domingo, 2 de dezembro de 2007

O viajante e as estrelas


Minha mãe e minha casa
já nem lembro mais
ficou tudo pra trás
Minhas coisas pela estrada
eu carrego meu destino sem saber
onde vai dar
Meus dois pés e minha mala
eu carrego minha lembrança por você
São minutos de sabedoria
nada é pouco e tudo é muito pra esquecer

A luz da lua sempre tem tom de magia,
toda noite é sempre noite fria
E os meus sonhos se consomem à luz do dia
e essa estrada é sempre tão vazia

Tempestades de areia
levem daqui o que não pode ser meu
Viajante, amigo das estrelas,
infeliz daquele que não crê
Vai a noite e vem o dia ...
e essa estrada é sempre tão vazia

Vai a noite e vem o dia ...
e essa estrada é sempre tão vazia ...

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