
- Seu Delegado to preso!
- O que é isso? Quem é você? Que história é essa?
- Pode me prender que matei uma pessoa. Aquela velha dona daquela pensão.
- Peraí... conta essa história direito. Acho que você fez foi um "favor" pra polícia dessa cidade!
- O que é isso? Quem é você? Que história é essa?
- Pode me prender que matei uma pessoa. Aquela velha dona daquela pensão.
- Peraí... conta essa história direito. Acho que você fez foi um "favor" pra polícia dessa cidade!
Naquela cidadela, há muito tempo atrás, conta-se que havia uma pensão que pertencia a uma velha que morava sozinha, era muito esquisita e alguma coisa muito intrigante acontecia por ali. Sempre tinha um certo movimento de gente de fora que passando pela cidadezinha, procurando um lugar para passar a noite entrava na casa antiga, mas estranhamente ninguém via os hóspedes deixarem o lugar, o fato é que os viajantes chegavam e não saíam, ou ninguém ainda havia presenciado a despedida deles.
O moço astuto, rapaz vindo de fora, ressabiado e cheio de boas intenções, passando pela pequenina cidade, visto que já era tarde resolveu passar a noite por ali mesmo. Bateu a porta da velha casa, e uma senhora, tão velha quanto a casa, com ar de acolhida e toda hospitaleira veio atende-lo. Disse o moço que precisava de um lugar para dormir e que partiria tão logo amanhecesse. A casa muito antiga, tinha muitos quartos e teto forrado de madeira, tudo muito simples, tranqüilo e comum exceto por um detalhe curioso, durante a noite o rapaz teve a sensação de ouvir barulho que parecia algo caindo, estampido seco, e se não fosse sua imaginação, juraria ter ouvido também gemidos abafados que eram interrompidos num supetão repentino.
Intrigado com aquilo, ao amanhecer o moço quis ficar mais um ou dois dias na pensão inventando desculpa qualquer para ali dormir mais uma noite. Era tardezinha quando chegou um jovem casal viajante procurando lugar pra passar a noite e como era comum, na casa se estabeleceram. Pessoas bem vestidas, carregando pertences, provavelmente traziam dinheiro, combinaram um quarto da tal casa, que a velha cuidadosamente escolhera para ambos.
A noite chegou, cada um procurava o rumo de seu aposento e o rapaz muito sagaz observava tudo com muita atenção nos mínimos detalhes, constatou o casal entrando no tal quarto e a velha averiguando tudo antes de também se recolher. Ao entrar em seu quarto, de súbito o intrigado moço forjara plano, pra no meio da noite sair sorrateiro de seu quarto e escondido na penumbra de um canto qualquer do casarão investigar o que ali ocorria, assim o fez e como se já esperasse, percebeu na escuridão o vulto da velha a vagar, carregava uma lamparina toda cuidadosa e se dirigia em direção a um cômodo da casa que ficava exatamente ao lado do quarto onde dormia o casal e se supunha vir os ruídos estranhos testemunhados na noite anterior. Pressentindo o rapaz que algo terrível pudesse acontecer ali, nem imaginava que mais um dia na casa deveria passar e que na noite seguinte, ocupando o quarto vago do casal, talvez não veria mais o amanhecer...
O moço astuto, rapaz vindo de fora, ressabiado e cheio de boas intenções, passando pela pequenina cidade, visto que já era tarde resolveu passar a noite por ali mesmo. Bateu a porta da velha casa, e uma senhora, tão velha quanto a casa, com ar de acolhida e toda hospitaleira veio atende-lo. Disse o moço que precisava de um lugar para dormir e que partiria tão logo amanhecesse. A casa muito antiga, tinha muitos quartos e teto forrado de madeira, tudo muito simples, tranqüilo e comum exceto por um detalhe curioso, durante a noite o rapaz teve a sensação de ouvir barulho que parecia algo caindo, estampido seco, e se não fosse sua imaginação, juraria ter ouvido também gemidos abafados que eram interrompidos num supetão repentino.
Intrigado com aquilo, ao amanhecer o moço quis ficar mais um ou dois dias na pensão inventando desculpa qualquer para ali dormir mais uma noite. Era tardezinha quando chegou um jovem casal viajante procurando lugar pra passar a noite e como era comum, na casa se estabeleceram. Pessoas bem vestidas, carregando pertences, provavelmente traziam dinheiro, combinaram um quarto da tal casa, que a velha cuidadosamente escolhera para ambos.
A noite chegou, cada um procurava o rumo de seu aposento e o rapaz muito sagaz observava tudo com muita atenção nos mínimos detalhes, constatou o casal entrando no tal quarto e a velha averiguando tudo antes de também se recolher. Ao entrar em seu quarto, de súbito o intrigado moço forjara plano, pra no meio da noite sair sorrateiro de seu quarto e escondido na penumbra de um canto qualquer do casarão investigar o que ali ocorria, assim o fez e como se já esperasse, percebeu na escuridão o vulto da velha a vagar, carregava uma lamparina toda cuidadosa e se dirigia em direção a um cômodo da casa que ficava exatamente ao lado do quarto onde dormia o casal e se supunha vir os ruídos estranhos testemunhados na noite anterior. Pressentindo o rapaz que algo terrível pudesse acontecer ali, nem imaginava que mais um dia na casa deveria passar e que na noite seguinte, ocupando o quarto vago do casal, talvez não veria mais o amanhecer...
continua...
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